5 perguntas para Boris Shibayama, Head de HR Shared Services para Américas na Novartis



Essa 4a temporada do nosso "5 perguntas" está demais! Já tivemos a oportunidade de compartilhar 3 papos incríveis até aqui:


A 1a foi com o José Renato Domingues, VP de RH e Funções Corporativas da CTG Brasil. Você pode conferir o resultado desse papo clicando nesse link.


Depois conversamos com a Noelia Cordero, Head de RH para Américas da Nokia.

Você pode conferir o resultado desse papo clicando nesse link.


E tivemos também um super papo com a Viviane Gaspari, VP de RH para a América Latina na Bayer Crop Science. Você pode conferir o resultado desse papo clicando nesse link.



Dando sequência a essa 4a temporada do nosso "5 perguntas sobre o futuro" tenho a oportunidade de compartilhar com vocês o papo que eu tive com o Boris Shibayama, Head de HR Shared Services para Americas na Novartis.


Imagine cuidar dos salários, processos de admissão, férias e operação de treinamento de mais de 30.000 funcionários da Novartis em todos os países da América Norte, Caribe e América do Sul?


Isso é só para resumir um pouco da responsabilidade do Boris e da sua equipe. São mais de 220 profissionais sob a sua gestão distribuídos nos EUA, Canada, Brasil e México para garantir a eficiência disso tudo e gerar uma ótima experiência para quase 1/4 dos funcionários da Novartis em todo o mundo.


Nesse episódio, conversamos sobre as principais mudanças no mundo do trabalho, sobre RH estratégico, as habilidades do futuro e diversos outros temas.


Confira o resultado do papo completo a seguir!


1. Boris, por que o RH em algumas empresas ainda tem desafios para ser uma área estratégica para o negócio?


O RH, assim como diversas áreas da empresa, principalmente as áreas mais processuais, possuem diferentes níveis da maturidade. E maturidade você pode entender: Pessoas, Processos ou Tecnologia.


Empresas que estão em um nível mais “imaturo”, exigem que as pessoas dediquem mais tempo na execução do processo, muitas vezes cobrindo gaps de tecnologia. Uma coisa se amarra na outra ao final. Mas o resultado é mais tempo na ex