5 Perguntas para o João Paulo Pacífico, Fundador do Grupo Gaia



A 2a temporada da série "5 Perguntas" começou semana passada com um papo incrível com a Caroline Hannickel sobre a conexão entre Gestão de Performance e Ciências Cognitivas. Se você perdeu, não deixe de ler, pois está incrível!


E o meu convidado dessa semana da série "5 Perguntas sobre o Futuro" é um cara que eu admiro bastante: o João Paulo Pacífico, fundador do Grupo Gaia.


Eu conheci o João em um evento onde tanto eu quanto ele éramos palestrantes.


Curti demais a palestra por que o João falava muito em "CULTURA ORGANIZACIONAL" - um tema super badalado, mas que é pouco explorado na prática nas organizações independente do tamanho.


Bom, após trocarmos diversas ideias no intervalo desse evento, fiquei curioso em mergulhar na história da Gaia e entender com mais detalhes como tudo que o João falou na palestra funcionava.


Me surpreendeu a quantidade de exemplos de como a Cultura da Gaia tem sido criada e desenvolvida nos últimos anos. E o que é mais legal: como isso tem ultrapassado os "muros" da própria Gaia.



Papo no Programa Felicidade Ilimitada, da Rádio Globo


A partir daí, tive o prazer gigante de participar do Programa "Felicidade Ilimitada" comandado pelo João na Rádio Globo. Você pode saber mais clicando nesse link (ou na imagem abaixo).


WIlson Lima (Diretor de RH da Youse Seguros), João Paulo Pacífico,

André Souza (Futuro S/A) e Soraya Bahde (Diretora de RH da Alelo)



Bate-Papo "VOCÊ EM 2025" no Grupo Gaia


E de também ter feito uma palestra para os "gaianos" que eu chamo de "VOCÊ EM 2025" que ajuda as pessoas a CRIAR SEU FUTURO PROFISSIONAL, considerando todas as transformações desta Era Digital.


Você pode saber mais clicando nesse link (ou na imagem abaixo).



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Sobre o Grupo Gaia


Para quem não conhece, o Grupo Gaia já movimentou mais de R$ 16 bi em operações financeiras em 10 anos, nos segmentos agro, imobiliário e financeiro.


Para o time da Gaia, tão importante quanto os negócios são seus 10 valores, que começam com Pratique a Gratidão e encerram com Celebre.


Eles também são aplicados na ONG educacional Gaia+, que já beneficiou mais de 10.000 crianças em 4 anos.


Essa cultura está no livro Onda Azul e no LinkedIn do João, onde ele possui mais de 450 mil seguidores.


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Então, sem mais delongas, confira o resultado desse "papo virtual" com o João Paulo Pacífico.


1. João, você tem feito muitas palestras sobre a Cultura Gaia nas empresas. O que a Gaia faz de diferente e que chama a atenção de outras organizações?

Acho que dois pontos da Gaia chamam a atenção.


O primeiro é a importância que damos aos Valores.

Vou dar um exemplo: se perguntar para o funcionário de uma empresa quais os valores de sua companhia, se ele se lembrar de algum será lucro.


Na Gaia, estamos sempre lembrando os valores, criando novos rituais e procurando vivenciar esses valores.


O segundo aspecto é que essa cultura tem como pano de fundo a felicidade dos Gaianos (esse, por sinal, é um assunto que estudamos bastante). O que é incomum para uma empresa.


2. Quais tem sido seus grandes aprendizados como Líder desde que você criou a Gaia?

Talvez o maior aprendizado que tive é que somos criados em uma bolha em que todos repetem comportamentos e opiniões sem qualquer tipo de questionamento.


E isso impede o desenvolvimento de todos os profissionais, tanto dos líderes como dos liderados.


Por exemplo: ao estudar comportamento humano, percebi que muito se líderes estão infelizes e nem por isso mudam a forma de liderar


3. Felicidade tem sido um tema que você tem explorado muito em seus vídeos nas Redes Sociais. Apesar de sabermos que há muita gente infeliz nas organizações, porque tem tão pouca gente falando sobre esse assunto? Quais tem sido suas descobertas ao estudar mais sobre esse tema?

Felicidade é um tema muito vasto e super interessante. Porém, infelizmente, para muitas pessoas o lucro vem antes do ser humano, então, técnicas de vendas e motivação de curto prazo são temas mais abordados e procurados.


Vou apresentar algumas descobertas vão contra o senso comum:


  • Estudos mostram que pessoas que buscam a felicidade diretamente tendem a ser mais infelizes. Portando o ideal é buscá-la indiretamente.

  • Emoções desagradáveis, como tristeza, raiva, por exemplo, são importantes, e não devemos eliminá-las, aceitar e entender quais informações elas nos trazem.

  • Em uma escala de 0 a 10, o ideal é um nível de felicidade de 8, não de 10.


4. Qual a sua visão sobre o Futuro do Trabalho? O que vai mudar e o que está mudando?

As empresas terão que colocar as pessoas e o planeta na frente dos lucros. Não é uma questão de ser bonzinho, mas de necessidade.

E acho que esse processo já começou. Muito lento, ainda, mas já podemos ver muitas empresas interessadas no bem estar das pessoas e do planeta.


Quem não entender isso, estará fora do jogo.


5. E o que as empresas precisam fazer para se adaptar a essa nova realidade?


Deixar a ganância de lado, entender que o mundo não irá acabar nesse trimestre e passar a ter metas pra fazer do mundo um lugar melhor e menos desigual.



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