5 Perguntas sobre o Futuro para José Augusto Figueiredo (CEO da LHH)


O meu papo hoje nesta série das "5 Perguntas para o Futuro" é com o José Augusto Figueiredo, Presidente no Brasil e Vice-Presidente Executivo para América Latina da Lee Hecht Harrison (LHH), multinacional americana especializada em desenvolvimento de líderes.


Além de termos falado sobre o Futuro do Trabalho, uma das grandes contribuições do José Augusto nesta série de perguntas é oferecer uma visão dos desafios dos Executivos em C-Level nesta Era Digital.


Confira abaixo o resultado desse bate-bola com o José Augusto!


1. José Augusto, você tem ajudado Executivos em C-Level em seus diferentes desafios. O que tem mudado nos dilemas dos Executivos de hoje?


A longevidade transformou-se num grande problema a ser equacionado. Com dinheiro, o que posso fazer depois de sair? Muitas possibilidades torna o tema muito complexo.


Outro ponto tem sido o desconhecimento sobre os futuros competidores. Processos disruptivos, principalmente por questões tecnológicas tem tirado o sono.


2. O que faz um Executivo fracassar em uma organização?


Poderíamos falar de muitas coisas, mas a principal é falta de autoconhecimento, ou seja, o desconhecimento de seus limites e a incapacidade de lidar bem com a vulnerabilidade.


3. Quais tem sido os impactos da nova Era Digital para os Executivos?


Tem sido enorme. Eles começam a realizar que as pessoas da organização não estão preparadas ou em diferente graus de prontidão. Como investir nessa mudança que acontece no médio e longo prazo com foco total no curto prazo?


4. Quais as principais habilidades que Executivos e Líderes precisarão desenvolver nos próximos anos?


Desenvolver habilidades para dizer que não sabe ou não tem a direção. Habilidade de criar contexto para que seu time encontre significado e motivação para inovação. Torna-se mais humilde e correr mais riscos compartilhados (empreendedor).


5. Como será o Futuro do Trabalho e das Organizações?


Teremos um ambiente mais colaborativos e vinculação por projetos. A interação será mais virtual. Agremiação não será por empresa e sim por especialidade ou contribuição e projetos. Trabalharemos para mais de uma empresa. Organizações menores crescerão exponencialmente e grau de automação será enorme. Inteligência artificial apoiando decisões humanas.


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