Gerações, Estereótipos e seus impactos nas Organizações


É inquestionável que cada década possui seus costumes, seus hábitos e estilos de vida.


E que cada geração que surge e vive essa época absorve um pouco dessas práticas, ideias e modo de agir.


Mas, será que as gerações são realmente diferentes umas das outras? Ou a tendência humana para generalizar acaba gerando uma imagem distorcida destas gerações?


Será que vale a pena continuar criando estereótipos a respeito das diferenças entre profissionais mais jovens e os mais experientes?



A mente humana é naturalmente atraída a criar categorias, a colocar as coisas em lugares específicos. Algo que ocorre, muitas vezes, para que o cérebro possa economizar energia para focar em outras coisas mais importantes...


E a gente vê essa categorização acontecendo com muita ênfase em artigos, revistas e livros quando se fala em Gerações.


Baby Boomers, Geração X, Y, Z... Essas categorizações podem até ajudar o seu cérebro a consumir menos energia, mas será que isso está lhe ajudando a ter um entendimento mais amplo sobre o assunto?


Será que os estereótipos estão ajudando a sua organização a tomar as melhores decisões em seus processos de recrutamento e desenvolvimento de talentos?


Devemos realmente assumir que um grupo de pessoas de uma determinada faixa de idade deveriam ser consideradas da mesma maneira?


Será que não estamos perdendo a oportunidade de ter mais diversidade de pensamentos - e, por consequência, mais inovação - nas organizações?


Quando criamos estes rótulos e estereótipos, parece que os profissionais de diferentes faixas etárias estão condenados a atuar para sempre da mesma forma.


Algumas generalizações a respeito das gerações que vemos com frequência.



Você pode dizer: "Mas, André, são apenas generalizações..."


Sim, eu sei...


Mas quem pode afirmar que um "Baby