O que podemos aprender sobre 'Employer Branding' com a demissão de Evaristo Costa



Você deve ter lido a respeito da demissão do jornalista Evaristo Costa pela CNN Brasil. Não há todos os detalhes de como toda a história se desenrolou. Mas, no último dia 04/09, Evaristo postou a seguinte mensagem em seu Twitter:



De acordo com a revista Veja, a CNN informou que a temporada da atração foi encerrada por “decisão estratégica”.


A CNN tem todo o direito de tomar a decisão de quem faz ou não faz parte da sua equipe. Mas o grande aprendizado para todas as empresas é a forma como esse processo é realizado.


Muitas empresas associam 'employer branding' ao processo de recrutamento e seleção. Mas a marca de qualquer empresa vai muito além disso. A marca como empregadora também é construída pela forma como as pessoas deixam a organização.

Qual deverá ser a imagem que as pessoas ficam da CNN após esse tuíte do Evaristo? Como fica o clima interno dentro da empresa? Qual o papel dos líderes daqui pra frente? Essas são perguntas importantes para o RH da empresa refletir e agir daqui pra frente.


E na sua empresa? O que as pessoas que já deixaram a sua empresa devem falar da sua empresa? Elas recomendam a sua empresa como um lugar bacana para se trabalhar? Qual a marca da sua empresa como empregadora?


O grande risco para as empresas que ainda não sabem como responder essas perguntas é não ter ideia da sua marca como empregadora. E isso pode impactar, em algum momento, temas importantes. Por exemplo:


Sua capacidade de atrair os talentos que a empresa precisa.

O engajamento dos times dentro da empresa.

O clima da empresa.


'Employer branding' vai muito além de recrutamento e seleção. Sua marca empregadora é construída em cada interação que seus funcionários, potenciais funcionários e até ex-funcionários tem com a sua empresa.












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