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Quando o assunto é Cultura, a sua empresa realmente pratica o que fala?



Sabe aquela lista de valores que toda empresa tem?


O MIT fez uma pesquisa com mais de 500 empresas nos EUA e o resultado foi revelador!


***

O MIT analisou a lista de valores dessas + de 500 empresas.

E identificou 9 valores que aparecem com maior frequência:


Agilidade.

Inovação.

Respeito.

Integridade.

Performance.

Diversidade.

Execução.

Colaboração.

Foco no Cliente.



Após mergulhar em mais de 1,2 milhão de dados no Glassdoor, o MIT identificou que praticamente NÃO HAVIA CORRELAÇÃO entre os VALORES das empresas e o quanto seus líderes REALMENTE PRATICAVAM esses valores no dia a dia.


Observe que a correlação está próxima de ZERO em todos os valores.


Ou seja: o que era falado e o que estava escrito não era o que era realmente praticado na organização.



Ter uma lista de valores que não é praticada pela liderança gera muitas consequências negativas para a empresa...


Não praticar o que fala gera uma série de problemas.

Alguns exemplos:


  • Pouca ou nenhuma confiança das pessoas nas ações de seus líderes.

  • Alto desengajamento das pessoas.

  • Mais pessoas pedirão demissão.

  • Mais pessoas vão dizer não a ofertas de trabalho.

  • A empresa terá muita dificuldade de atrair talentos.

  • A marca empregadora da sua empresa ficará arranhada.


Não adianta falar em INOVAÇÃO e punir qualquer erro.


Não adianta falar em VISÃO DE LONGO PRAZO, se grande parte das ações do dia são feitas exatamente como eram feitas no passado.


Não adianta falar em DIVERSIDADE e INCLUSÃO e fechar as portas para os pensamentos e ideias diferentes e divergentes.


Não adianta contratar TALENTOS ESPETACULARES e não criar um ambiente para que eles possam colocar suas FORTALEZAS em ação.


Não adianta falar em LIDERANÇA se são os CHEFES que são valorizados e reconhecidos.


Lembre-se sempre:



COMO RESOLVER ESSE PROBLEMA?

A sua empresa tem basicamente duas opções:


OPÇÃO 1: Assumir os valores que de fato são praticados e valorizados.


A OPÇÃO 1 normalmente não é a melhor alternativa.


Afinal, comportamentos e hábitos não desejados estão presentes.


Mesmo que estejam mesclados a elementos que a empresa deseja manter, esses valores negativos ainda causarão danos à sua organização.


ou...


OPÇÃO 2: Desenvolver a CULTURA que a empresa precisa. Ou seja: transformar a CULTURA DESEJADA/NECESSÁRIA em CULTURA PRATICADA.


A OPÇÃO 2 demanda que os líderes (sobretudo os mais sêniores) dediquem tempo e energia a um assunto que não estão habituados: CULTURA.


O lado bom dessa história é que isso não precisa ser algo que complexo.


Quando ajudamos nossos clientes nessa jornada, estamos falando basicamente de 4 etapas.


1. Diagnóstico da Cultura Atual.

Diagnosticar de forma clara a Cultura Atual, mapeando os elementos impulsionadores e bloqueadores do seu negócio.


2. Definir a Cultura que a empresa precisa.

Qual a Cultura que irá impulsionar a sua empresa e que, de fato, seus líderes estão comprometidos em colocar em ação?


3. Estratégias para desenvolver e escalar a Cultura.

Desenvolver estratégias e mecanismos para acelerar o desenvolvimento dessa Cultura. Alguns desses mecanismos envolvem, por exemplo:


a) A forma de contratar.

b) A forma de gerir performance.

c) A forma de reconhecer.

d) A forma de comunicar.

e) Símbolos, rituais e histórias.


4. Dimensionar e avaliar os resultados das ações.

Nenhuma mudança acontece se não conseguirmos medir os resultados.

Nessa etapa definimos os indicadores que irão acompanhar a evolução dessa jornada.


Estas 4 etapas compõem o que chamamos de 4 Ds da Evolução/Transformação Cultural.


Conheça mais sobre a Metodologia:

Se você quiser conhecer mais sobre a metodologia, clique aqui ou na imagem abaixo.


Veja alguns cases de sucesso.

Conheça cases de sucesso em grandes empresas.


Conheça também o meu livro sobre o tema:

"Transforme a Cultura de sua Empresa" está disponível aqui.



Sobre o autor


André Souza é fundador da FUTURO S/A, empresa que ajuda organizações a acelerar transformações estratégicas e culturais.


Nos últimos 20 anos, André atuou como Executivo de RH liderando equipes e projetos na América Latina, EUA e Europa em grandes organizações como Bayer, Monsanto, Coca-Cola Company, Newell Brands & Nokia.


André é formado em Administração pela UERJ e Mestre Acadêmico em Administração de Empresas pela PUC-Rio. Além disso, possui Certificação Internacional em “Futures Thinking & Foresight” pelo Institute for the Future em Palo Alto, na Califórnia (EUA).


André é autor de 3 livros:




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