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Estudo Global da Gallup revela porque o engajamento está tão baixo nas empresas.



Todo ano a Gallup publica o Relatório "State of the Global Workplace".


Desde 2009, os números de engajamento nas empresas têm sido muito baixos globalmente. E os resultados desse ano não foram diferentes.


A pesquisa da Gallup mostrou que apenas 23% dos profissionais estão engajados.




Se temos apenas 23% de profissionais engajados, isso significa que temos um número impressionante de 71% de profissionais desengajados.


Ou dado que assusta é a quantidade de profissionais que estão no modo 'Quiet Quitting'. Ou seja: profissionais que estão desengajados e fazendo o mínimo esforço para manter o seu trabalho enquanto não consegue uma oportunidade melhor.


Quase 60% dos profissionais nas empresas estão no modo "Quiet Quitting".


Mas o que faz um profissional estar atuando dessa forma?

Quais as principaus razões para esse engajamento?


Uma das perguntas feitas na pesquisa investigou essas razões.

A pergunta é simples e direta ao ponto:


"O que você mudaria no seu trabalho para torná-lo melhor?


O resultado mostrou que há uma combinação de fatores, mas a principal razão para esse desengajamento não é financeiro. Tem a ver com a CULTURA nas empresas.


41% dos 'quiet quitters' trouxeram razões relacionadas à CULTURA de suas empresas.


Veja as principais razões:


Reconhecimento: o desejo de ser reconhecido por suas contribuições no dia a dia do trabalho.


Abertura da Liderança para poder ter confiança de ter conversas abertas e transparentes.


Ter mais autonomia e ter mais estímulo à criatividade para novas soluções.


Aprender mais e sair do trabalho repetitivo.


Ser mais respeitado no dia a dia.


Saber com clareza os critérios que fazem alguém ser promovido na empresa.


Ter uma melhor direção sobre as oportunidades de carreira na empresa.


 

Remuneração e Bem-Estar também foram consideradas entre as principais razões para o desengajamento dos 'Quiet Quitters'.


28% citaram Remenuração e Benefícios como seu principal fator para estar desengajado.

E 16% consideraram elementos relacionados a Bem-Estar.


 

Ou seja: no final das contas, se houvesse um trabalho bem estruturado de DESENVOLVIMENTO DA CULTURA, teríamos profissionais muito mais engajados nas empresas.


Isso reduziria custos das empresas.

Aumentaria as suas receitas.

Potencializaria os seus resultados.


As pessoas seriam mais produtivas.

As pessoas seriam mais felizes.


 

A conexão dos Resultados com o conceito da Geração F.L.O.W.


Se a gente parar para refletir, esses elementos estão diretamente conectados ao conceito da GERAÇÃO FLOW - uma tendência que compartilhei em nosso Relatório "Megatendências 2023".


A geração F.L.O.W. é um conceito desenvolvido por nós aqui na FUTURO S/A que resume um conjunto de atitudes, comportamentos e anseios das pessoas em um novo mundo do trabalho que surgiu após a pandemia.


Apesar dos profissionais das novas gerações serem os grandes influenciadores dessas mudanças, o fato é que todas as pessoas que estão no mercado de trabalho atualmente (e que vivem essa época), absorvem, em maior ou menor proporção, um pouco dessas práticas, ideias e modo de agir. É um comportamento que cruza diferentes gerações.



F.L.O.W. é uma sigla que representa quatro palavras: "Freedom", "Learning", "Officeless" e "Wellbeing".


'Freedom' está conectado à relação mais fluida que as pessoas têm hoje com o trabalho, onde as opções vão muito além do emprego tradicional. Uma relação em que a autonomia, as experiências, os desafios e os aprendizados em uma atividade profissional têm tanto ou mais valor do que os anos que as pessoas passam em uma empresa.


'Learning' está conectado ao desejo das pessoas de que o trabalho seja uma fonte tão dinâmica de aprendizado e desenvolvimento quanto o que elas têm no seu dia a dia através, ´por exemplo, das Redes Sociais e do Youtube.


'Officeless' está relacionado à expectativa das pessoas de que o trabalho vá muito além da presença física no escritório. A experiência do trabalho 100% remoto durante a pandemia abriu possibilidades de diferentes formatos e modelos de trabalho que combinam o presencial e o virtual.


E, por fim, 'Wellbeing' - que está conectado aos anseios crescentes das pessoas por equilíbrio, felicidade e bem-estar no trabalho.



Se você quiser saber mais, baixe grátis o Relatório "Megatendências 2023".



 

Sobre o autor


André Souza é fundador da FUTURO S/A, empresa que ajuda organizações a realizarem transformações em suas estratégias e ações de RH.


Nos últimos 20 anos, André atuou como Executivo de RH liderando equipes e projetos na América Latina, EUA e Europa em grandes organizações como Bayer, Monsanto, Coca-Cola Company, Newell Brands & Nokia.


André é formado em Administração pela UERJ e Mestre Acadêmico em Administração de Empresas pela PUC-Rio. Além disso, possui Certificação Internacional em “Futures Thinking & Foresight” pelo Institute for the Future em Palo Alto, na Califórnia (EUA).


André é autor de 3 livros:



Um abraço e até a próxima!!





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